Este curso aborda a problematização dos efeitos provocados pela integração curricular e pela alteração das formas de avaliar a aprendizagem nas práticas pedagógicas cotidianas.

O objetivo do curso é refletir sobre as abordagens teóricas e metodológicas utilizadas nessas discussões, identificando as contribuições que a hermenêutica, o pragmatismo e a filosofia da linguagem podem viabilizar à educação, assinalando a necessidade de desenvolver mudanças nos modos de se pensar e gerir a formação.

A relação entre mudança social e educação nos permite compreender que o processo de socialização nunca se completa, na medida em que a capacidade do homem de transformar sua realidade é algo que está sempre presente. O ser humano está sempre construindo seu mundo e sendo construído por ele. Essa capacidade faz com que sempre se encontre diante de um universo dinâmico e a realidade na qual vive nunca possa ser pensada em termos definitivos, mas sempre relativizados.

Educação Especial, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional - lei 9394/96, é a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educandos que por possuírem necessidades próprias e diferente dos demais alunos no domínio das aprendizagens curriculares correspondentes a sua idade, requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas e adaptadas para que possam apropriar-se dos conhecimentos oferecidos pela escola.

É certo que a maioria do professorado tem como principal objetivo do seu trabalho conseguir que seus alunos aprendam da melhor forma possível. Por mais limitações que um professor possa ter (falta de tempo para preparar aulas, falta de material de consulta, insuficiente domínio da matéria e dos métodos de ensino, desânimo por causa da desvalorização profissional, etc.), quando entra na sua classe, ele tem consciência de sua responsabilidade em proporcionar aos alunos um bom ensino.

A Educação Infantil, embora tenha mais de um século de história como cuidado e educação extradomiciliar, somente nos últimos anos foi reconhecida como direito da criança, das famílias, como dever do Estado e como primeira etapa da Educação Básica.

A interlocução entre psicologia e educação há muito tempo é tema debates entre os profissionais que trabalham com formação de professores e buscam, na disciplina Psicologia da Educação, contribuições relativas ao desenvolvimento e ao processo ensino/aprendizagem para o fazer pedagógico. A literatura especializada aponta que os conhecimentos psicológicos contribuem para a prática educativa e que essa disciplina deve fazer parte do currículo básico das licenciaturas.